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Certificação é fundamental, mas o modelo oferecido pode não ser confiável. Acredito que uma certificação por entidade pública (não uma empresa pública, algo como um colegiado, talvez ligado a universidades públicas ou às comunidades que desenvolvem plataformas de EAD) seria mais eficiente. Deixar a certificação nas mãos de empresas privadas é o mesmo que colocar as raposas para cuidarem do galinheiro.
Prezado José Ruiz e demais,
Tudo bem? Permita-me discordar de certificação por entidade pública ou universidade pública na área de educação não presencial. Tudo que a esfera pública coloca a mão vira instrumento cartorial, "burrocratico" e regulador sem lógica ... infelizmente.
Quem certifica deve ter notória especialização no assunto e não prerrogativas cartoriais de policiar e restringir. Quem certifica deve ser respeitado no assunto pela comunidade e aceito pelo mercado da livre iniciativa e pública.
Uma chancela de um orgão público inoperante é pior que nada.
Uma chancela de uma "Associação Brasileira de Qualquer Coisa" que está preocupada em receber a anuidade de seus sócios em dia, promover sua diretoria e ex-diretores e não atua, fiscaliza e trabalha para a qualidade, também é pior que nada.
... e continuamos conversando,
Carlos Rodrigues
cadre@ymail.com
José Ruiz Talhari Júnior disse:Certificação é fundamental, mas o modelo oferecido pode não ser confiável. Acredito que uma certificação por entidade pública (não uma empresa pública, algo como um colegiado, talvez ligado a universidades públicas ou às comunidades que desenvolvem plataformas de EAD) seria mais eficiente. Deixar a certificação nas mãos de empresas privadas é o mesmo que colocar as raposas para cuidarem do galinheiro.
Prezado José Ruiz e demais,
Tudo bem? Permita-me discordar de certificação por entidade pública ou universidade pública na área de educação não presencial. Tudo que a esfera pública coloca a mão vira instrumento cartorial, "burrocratico" e regulador sem lógica ... infelizmente.
Quem certifica deve ter notória especialização no assunto e não prerrogativas cartoriais de policiar e restringir. Quem certifica deve ser respeitado no assunto pela comunidade e aceito pelo mercado da livre iniciativa e pública.
Uma chancela de um orgão público inoperante é pior que nada.
Uma chancela de uma "Associação Brasileira de Qualquer Coisa" que está preocupada em receber a anuidade de seus sócios em dia, promover sua diretoria e ex-diretores e não atua, fiscaliza e trabalha para a qualidade, também é pior que nada.
... e continuamos conversando,
Carlos Rodrigues
cadre@ymail.com
José Ruiz Talhari Júnior disse:Certificação é fundamental, mas o modelo oferecido pode não ser confiável. Acredito que uma certificação por entidade pública (não uma empresa pública, algo como um colegiado, talvez ligado a universidades públicas ou às comunidades que desenvolvem plataformas de EAD) seria mais eficiente. Deixar a certificação nas mãos de empresas privadas é o mesmo que colocar as raposas para cuidarem do galinheiro.
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