Rede Brasil e-Learning

Alessandra Machado Ragonha

Certificação de profissionais de ensino à distância

Muito interessante! Compartilho com vocês. Recebi hoje no grupo de gestores de e-learning do Yahoo, pela colega Luciana Arnésio da Sky.

terça-feira, 09 de junho de 2009

De acordo com o presidente da ABED, Fredric Litto, o mercado de ensino a distância no Brasil movimenta mais de 1 bilhão de reais ao ano e compreende mais de 2, 5 milhões de estudantes

Diante do grande crescimento mundial e brasileiro de aprendizagem à distância em todos os níveis educacionais e domínios do conhecimento, surgiu também uma demanda por profissionais qualificados para atuar nesse mercado.

Com o objetivo de identificar os profissionais que possuem as aptidões necessárias para trabalhar nesse setor, a Associação Brasileira de Educação a Distância (ABED) lança a "Certificação do profissional de educação flexível e a distância" em parceria com o Edexcel, maior órgão certificador de competências do mundo. A marca de certificação do Edexcel é a BTEC ( Business & Tecnology Education Council) que segue padrões de excelência internacionais, isso garante empregabilidade global ao profissional certificado.

De acordo com o presidente da ABED, Fredric Litto, o mercado de ensino a distância no Brasil movimenta mais de 1 bilhão de reais ao ano e compreende mais de 2, 5 milhões de estudantes. Além disso, acrescenta que essa modalidade de ensino crescerá pelo menos 20% ao ano no País.

»» Fonte: http://www.odebate.com.br/index.php?option=com_content&task=vie...

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Respostas a este tópico

Acredito que a regulamentação de um mercado é um dos primeiros movimentos rumo ao amadurecimento. Obviamente, precisamos, por outro lado, evitar engessar ao exigir certificação como algo obrigatório. Por fim, como empreendedor desse mercado, vejo como uma forma de buscar profissionais com nível garantido de excelência.

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Segue o link da página da ABED, falando sobre as regras de certificação.

http://www2.abed.org.br/noticia.asp?Noticia_ID=434

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Hoje os profissionais de e-learning têm seus papéis, muitas vezes, distorcidos pelos Rhs das empresas que tem ou querem ter um projeto de e-learning. Não sabem quem contratar, nem quem procurar e nem como tratar esses profissionais no dia a dia, confundindo muitas vezes com um analista de rh ou de treinamento. Será que um profissional de EAD tem que ser um pedagogo ou um analista de sistemas ou um psicologo ou um o que??? Temos empresas que compartilham o tempo de um analista de treinamento com essa função, temos outras que jogam isso na mão da área de TI e muitos outros casos. Como esse é um mercado recente, ainda falta muito conhecimento das próprias empresas sobre esse tipo de profissional, falta uma linha clara e constante de atuação e com certeza uma certificação ajudaria muito, dando ao mercado uma visão muito mais clara e focada sobre quem somos e o que fazemos.

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No último congresso da ABED – 15º CIAED (Fortaleza) – houve uma racha na Assembléia no momento em que alguns integrantes da diretoria e associados em geral colocaram em pauta o modelo de Certificação que a ABED juntamente com a PEARSON / EDEXCEL estão querendo colocar no mercado de EAD. Após muitas discussões, ficou claro que este processo de certificação não obteve aval de vários diretores da ABED e o consenso é que o processo de certificação está contaminado, pois está envolvido e dependente de empresas particulares com fins lucrativos. Houve uma votação e o bom senso venceu.
O assunto voltará para a diretoria da ABED que por sua vez irá conhecer todo o processo para se posicionar. A reunião extraordinária foi marcada para esta sexta – 09/10/09 ás 10:00hs em São Paulo na sede da ABED.

A discussão sobre o assunto está mobilizando pessoas em todo o país, pois envolve, direta e indiretamente, muita gente. O segmento corporativo, as instituições de ensino, os alunos, as empresas fornecedoras de soluções para EAD, profissionais e gestores da área, etc.
Esse debate é democrático e convido a todos a postarem suas opiniões. Vejam os blogs abaixo:
http://certificacaoabed.blogspot.com/2009/10/abed-deve-ser-imparcia...
http://blog.joaomattar.com/2009/10/03/certificacao-abededexcelpearson/

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Pessoal, alguém tem notícias sobre o assunto?

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Certificação é fundamental, mas o modelo oferecido pode não ser confiável. Acredito que uma certificação por entidade pública (não uma empresa pública, algo como um colegiado, talvez ligado a universidades públicas ou às comunidades que desenvolvem plataformas de EAD) seria mais eficiente. Deixar a certificação nas mãos de empresas privadas é o mesmo que colocar as raposas para cuidarem do galinheiro.

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Prezado José Ruiz e demais,

Tudo bem? Permita-me discordar de certificação por entidade pública ou universidade pública na área de educação não presencial. Tudo que a esfera pública coloca a mão vira instrumento cartorial, "burrocratico" e regulador sem lógica ... infelizmente.

Quem certifica deve ter notória especialização no assunto e não prerrogativas cartoriais de policiar e restringir. Quem certifica deve ser respeitado no assunto pela comunidade e aceito pelo mercado da livre iniciativa e pública.

Uma chancela de um orgão público inoperante é pior que nada.

Uma chancela de uma "Associação Brasileira de Qualquer Coisa" que está preocupada em receber a anuidade de seus sócios em dia, promover sua diretoria e ex-diretores e não atua, fiscaliza e trabalha para a qualidade, também é pior que nada.

... e continuamos conversando,

Carlos Rodrigues
cadre@ymail.com


José Ruiz Talhari Júnior disse:
Certificação é fundamental, mas o modelo oferecido pode não ser confiável. Acredito que uma certificação por entidade pública (não uma empresa pública, algo como um colegiado, talvez ligado a universidades públicas ou às comunidades que desenvolvem plataformas de EAD) seria mais eficiente. Deixar a certificação nas mãos de empresas privadas é o mesmo que colocar as raposas para cuidarem do galinheiro.

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Desculpe-me discordar da sua discordância...

Temos uma visão diferente do que é público. Poderíamos discorrer sobre o assunto em milhares de linhas (não dá), mas especificamente falando de educação acho que o público é melhor. Bem melhor. Isso é notório.

Além do quê, público sou eu, você, o fulano. Público somos todos nós. Não dá para comparar uma visão da coisa pública distorcida com a privada em perfeito funcionamento.. Tudo que é ruim funciona mal, independente de público ou privado.

Existe certificação para quase tudo hoje em dia. A mais famosa e capaz de "movimentar o mundo" é a certificação de economias, que recentemente deu uma mostra de que isso não pode ficar nas mãos de empresas privadas. E olha que eles têm interesse direto no assunto.

Quem tem medo do estado?

Por outro lado, quando você diz "Tudo que a esfera pública coloca a mão vira instrumento cartorial, "burrocratico" e regulador sem lógica" significa que você não frequentou uma universidade pública, senão não estaria falando () isso.


Carlos Rodrigues disse:
Prezado José Ruiz e demais,
Tudo bem? Permita-me discordar de certificação por entidade pública ou universidade pública na área de educação não presencial. Tudo que a esfera pública coloca a mão vira instrumento cartorial, "burrocratico" e regulador sem lógica ... infelizmente.
Quem certifica deve ter notória especialização no assunto e não prerrogativas cartoriais de policiar e restringir. Quem certifica deve ser respeitado no assunto pela comunidade e aceito pelo mercado da livre iniciativa e pública.

Uma chancela de um orgão público inoperante é pior que nada.

Uma chancela de uma "Associação Brasileira de Qualquer Coisa" que está preocupada em receber a anuidade de seus sócios em dia, promover sua diretoria e ex-diretores e não atua, fiscaliza e trabalha para a qualidade, também é pior que nada.

... e continuamos conversando,

Carlos Rodrigues
cadre@ymail.com


José Ruiz Talhari Júnior disse:
Certificação é fundamental, mas o modelo oferecido pode não ser confiável. Acredito que uma certificação por entidade pública (não uma empresa pública, algo como um colegiado, talvez ligado a universidades públicas ou às comunidades que desenvolvem plataformas de EAD) seria mais eficiente. Deixar a certificação nas mãos de empresas privadas é o mesmo que colocar as raposas para cuidarem do galinheiro.

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A certificação é necessária par o reconheciento das empresas.
Se alguem tiver atualizado sobre essa certificação gostaria muito de saber.
Anselmo

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Pessoal,

Eu penso que a certificação de quem atua com EAD é importante, porém não a vislumbro como fundamental. Penso que quem quer ser completo para atuar bem com o assunto deva conhecer RH em todas suas esferas, com especialização em Educação. Diferencial para quem entende de Sistema de Gerenciamento de Aprendizagem (LMS), bem como de Design Instrucional e Gerenciamento de Projetos.

Vejo com bons olhos a certificação, mas para quem atua a mais tempo com o tem penso ser mais importante ampliar o foco em Recursos Humanos, no Negócio e em Inovação.


Abraços a todos.

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Eu creio ser fundamental a certificação. Porém devemos observar que temos vertentes muito diferentes quanto a objetivos e estratégias. O mercado acadêmico e o mercado corporativo tratam EAD de forma muito diferente. Portanto as certificações de fornecedores e profissionais da área devem ter "Entidades" certificadoras distintas e preferencialmente imparciais e independentes.
Para o Mercado Acadêmico acho que o professor Litto com a ABED é um bom início e a imparcialidade questionada na última CIEAD pode ser ajustada em pouco tempo e com um pouco de boa vontade de toda diretoria.
Já para o mercado Corporativo existe a ABEC (Associação Brasileira de Educação Corporativa) que poderia assumir esse papel.
Mas temos muito para caminhar, mas.... já temos um primeiro passo e é assim que chegamos nos destinos!

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Tu com certeza deve ser um tremendo chato que tá querendo ibobe aqui no fórum. Sugira algo que você tem conhecimento ou discorde de forma inteligente.


Carlos Rodrigues disse:
Prezado José Ruiz e demais,

Tudo bem? Permita-me discordar de certificação por entidade pública ou universidade pública na área de educação não presencial. Tudo que a esfera pública coloca a mão vira instrumento cartorial, "burrocratico" e regulador sem lógica ... infelizmente.

Quem certifica deve ter notória especialização no assunto e não prerrogativas cartoriais de policiar e restringir. Quem certifica deve ser respeitado no assunto pela comunidade e aceito pelo mercado da livre iniciativa e pública.

Uma chancela de um orgão público inoperante é pior que nada.

Uma chancela de uma "Associação Brasileira de Qualquer Coisa" que está preocupada em receber a anuidade de seus sócios em dia, promover sua diretoria e ex-diretores e não atua, fiscaliza e trabalha para a qualidade, também é pior que nada.

... e continuamos conversando,

Carlos Rodrigues
cadre@ymail.com


José Ruiz Talhari Júnior disse:
Certificação é fundamental, mas o modelo oferecido pode não ser confiável. Acredito que uma certificação por entidade pública (não uma empresa pública, algo como um colegiado, talvez ligado a universidades públicas ou às comunidades que desenvolvem plataformas de EAD) seria mais eficiente. Deixar a certificação nas mãos de empresas privadas é o mesmo que colocar as raposas para cuidarem do galinheiro.

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